
Meu nome é Faby Rocha , criei este blog para as pessoas se conscientizarem de que o Preconceito não leva lugar nenhum , não há o que cure a ferida do preconceito .Escrever e orientar as pessoas quanto ao preconceito,discriminação entendo como uma missão de Deus . Pretendo mostrar as mudanças que estão ocorrendo no mundo a favor às pessoas com deficiência, e nossas conquistas ,sabemos que ainda falta muito ,mas é aos pouco que vai dando certo,não desistir e sim Resistir
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quinta-feira, 30 de novembro de 2017
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
terça-feira, 28 de novembro de 2017
Conheça a diferença conceitual entre inclusão e integração
Clicando no link abaixo vamos aprender mais sobre a diferença entre inclusão e integração
Ficou curioso?!
Conheça a diferença conceitual entre inclusão e integração: A inclusão, ao contrário, nos aponta para um novo caminho. Nele, nossas decisões são guiadas pela certeza de que o direito de escolher seres humanos...
Pessoas com deficiência (PCD) ou Empresas com deficiência (ECD)?
Pessoas
com deficiência (PCD) ou Empresas com deficiência (ECD)?
"
"Todos
somos deficientes no sentido de conseguir realizar tarefas ou possuir competências.
Ou você conhece alguém que consegue realizar toda e qualquer atividade?”
Trago
neste artigo algumas reflexões sobre a importância de pessoas com
deficiência nas empresas, bem como a obrigatoriedade da contratação
desses profissionais.
Inicio
apontando a importância da existência de cotas de profissionais com
deficiência: nunca me senti discriminado em entrevistas ou dinâmicas de
processos seletivos, mas sei também que os recrutadores preconceituosos possuem
uma vasta quantidade de artimanhas para esconder suas reais opiniões e o seu
real olhar sobre profissionais deficientes.
Em
um segundo momento, façamos a reflexão sobre a inclusão de profissionais
deficientes nas empresas. Juntando todas as conversas informais que fiz a
respeito do assunto ao longo de minha vida e carreira profissional, cheguei à
conclusão de que somos agentes naturais, pela própria condição física e/ou
psíquica diferenciada, de mudanças.
A
própria existência do profissional deficiente dentro de uma empresa quebra
diversos tabus de uma sociedade que, há não muito tempo, escondia e se
envergonhava destas pessoas e que ainda carrega este estigma em sua cultura.
Quando o profissional com deficiência mostra suas competências com o
desenvolvimento suas atividades rotineiras – com adaptações ou não –, ele se
torna um agente de quebras de paradigmas que estão muitas
vezes incutidos no inconsciente de quem o observa.
Eu
demonstro essa ideia quando recebo perguntas sobre competências que não têm
quaisquer interferências de minha deficiência. Faz algum sentido perguntar para
uma pessoa que não possui um braço se ele consegue jogar futebol? Parece
incabível escrevendo nesse artigo, mas quando escuto esse tipo de pergunta,
vejo que as pessoas ainda possuem esse tipo de dúvida sobre o desempenho de
profissionais com deficiência e, inclusive, sobre suas próprias competências.
Através
da própria estimação “profissional com deficiência”, os profissionais “sem
deficiência” passam a enxergar suas deficiências. Parece contraditório, mas
afirmo isso, pois todos, sem exceção, somos deficientes no sentido de
conseguir realizar tarefas ou possuir competências. Ou você conhece alguém
que consegue realizar toda e qualquer atividade?
Essa
constatação é de extrema importância para mudanças, pois o primeiro passo para
se transpor uma barreira, uma deficiência ou um problema é admitir sua
existência. O profissional com deficiência naturalmente faz seu “observador”
dar o primeiro passo para uma mudança que o fará um funcionário melhor,
admitindo para si uma barreira, uma deficiência ou um problema.
Lógico
que essa visão otimista dependerá da forma como a equipe e a empresa enxergam
esse profissional. Uma empresa que contrata apenas para cumprimento de cotas
aponta um forte indício que este profissional não será um agente de mudança e
poderá, inclusive, transformá-lo num agente de inalterabilidade de seus
funcionários. Dentro de uma realidade de competição e constantes mudanças de
mercado, é um “tiro no pé”, ou seja, uma mostra do quão essa empresa é
uma Empresa com Deficiência.
O
texto acima foi publicado originalmente no LinkedIn Pulse pelo Engenheiro
de Materiais Maurício Lordello Cortez. A opinião expressa no artigo não condiz
necessariamente com a opinião da i.Social. Acesse o artigo original diretamente
neste link: Empresa com Deficiência (ECD).
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
domingo, 19 de novembro de 2017
DICAS DE RELACIONAMENTO/CONVIVÊNCIA....
DICAS DE RELACIONAMENTO/CONVIVÊNCIA COM PESSOAS
COM DEFICIÊNCIA
Reconhecer que temos dificuldade em conviver com a diferença, é um primeiro
passo para mudar o nosso olhar para a deficiência.
Conviver
com uma pessoa com algum tipo de deficiência é um aprendizado. Aprendemos que todas
as pessoas têm limitação. Assim, é importante conhecermos algumas dicas que
facilitam a nossa convivência diante de pessoas com deficiência.
Por exemplo, como subir uma rampa, atravessar
a rua, enfim, situações do cotidiano que precisam ser conhecidas e reconhecidas
pela sociedade para que elas sejam incluídas neste meio social e tenham uma
melhor qualidade de vida.
Lee Cadeirante
leecadeirante.com.br
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
Terminologias corretas
Terminologias atuais para falar sobre deficiência
POR LAK LOBATO · 2
DE DEZEMBRO DE 2015
Resolvi
trazer ao nosso site alguns termos utilizados para se referir a pessoas com
deficiência de modo geral, mas especialmente para esclarecer muitos dos termos
que usamos cotidianamente, para explicar ou enfatizar determinadas
características da nossa condição.
Alguns
termos são científicos, outros oficiais e outros coloquiais, usados no
dia-a-dia. Alguns são usados de forma pejorativa e outros são uma forma de
“enfeitar” a deficiência. Já outros termos como “deficiente auditivo” e “surdo”
podem parecer sinônimos, mas não significam exatamente a mesma coisa.
Por
isso fiz uma compilação de vários desses rótulos usados para nos identificar e
uma pequena explicação com o significado de cada um.
surdo
Alguém
que tem perda total da audição.
Surdo
Utiliza-se
dessa forma, com a primeira letra em maiúscula, ao se referir a alguém com
perda auditiva que faz parte da Comunidade Surda e utiliza a língua de sinais
como sua língua-mãe.
Deficiente auditivo
Pode
ser usado para qualquer pessoa com perda auditiva, mas é mais
comum utilizar este termo para quem tem algum resíduo auditivo ou que ouve
alguma coisa através de aparelhos ou implantes auditivos. Embora o termo
deficiente, como sujeito, deva ser preferencialmente substituído por “pessoa
com deficiência auditiva” (veja abaixo).
Ouvinte
Usado
para pessoas que não tem nenhuma perda auditiva e não precisam de aparelhos
para ouvir, ou seja, mesmo se uma pessoa com perda auditiva voltar a escutar,
ela não pode ser considerada um ouvinte. Veja o texto Implantados não são ouvintes.
Surdo Oralizado / Surdo
usuário da Língua Portuguesa
São
as pessoas com perda auditiva que utilizam a voz como principal forma de
comunicação e podem ser auxiliados pela leitura labial e o uso de aparelhos ou
implantes auditivos.
Veja mais: O que são surdos oralizados?
Veja mais: O que são surdos oralizados?
Surdo Sinalizante
São
as pessoas com perda auditiva que utilizam a língua de sinais (Libras, no
Brasil) como forma principal de comunicação. Podem ou não utilizar aparelhos ou
implantes auditivos. Sinônimo de “Surdo” (veja acima).
Surdo-mudo
Utilizar
este termo para deficientes auditivos em geral é errado e ofensivo. É uma forma
antiga de se referir aos surdos, mas que já caiu em desuso e hoje em dia, gera
desconforto da grande maioria dos surdos. Pouquíssimas pessoas que têm perda
auditiva também são mudas, pois é raro que elas tenham algum problema nas
cordas vocais.
Mudo
Apesar
de menos comum, há pessoas que possuem incapacidade de falar, devido
a problemas nas suas cordas vocais, afasia por sequela de AVC, ausência de
língua ou mandíbula, entre outros fatores.
Surdocego
Pessoas
com deficiência auditiva e visual concomitantes. Embora aparentemente seja a
soma de duas deficiências (auditiva e visual), a OMS reconhece a surdocegueira
como uma deficiência única. Sua comunicação pode ser oral ou através da língua
de sinais tátil ou pelo método Tadoma. Helen
Keller foi a mais famosa ativista e personalidade surdocega.
Implantado
São
pessoas que utilizam algum implante. No caso dos deficientes auditivos, alguém
que usa um implante auditivo para recuperar parte da audição. Pode ser um
implante coclear, implante de condução óssea (como o Baha) ou implante de
tronco encefálico.
Unilateral/bilateral
Se
estiver se referindo à surdez, é para identificar pessoas não escutam com um ou
os dois ouvidos, respectivamente.
Se estiver se referindo ao implante auditivo, significa que a pessoa o utiliza em apenas um ouvido ou nos dois, respectivamente.
Se estiver se referindo ao implante auditivo, significa que a pessoa o utiliza em apenas um ouvido ou nos dois, respectivamente.
Pré-lingual,
peri-lingual ou pós-lingual
termos
utilizados para identificar a época que a pessoa teve a perda auditiva com
relação ao estágio da aquisição da linguagem. Significam respectivamente:
antes, durante ou depois do desenvolvimento da linguagem e da fala.
Além
dos termos específicos para pessoas com deficiência auditiva, também existem os
termos para se referir a todas as pessoas que possuem deficiência:
Deficiente
Termo
genérico utilizado para determinar qualquer pessoa com deficiência. Hoje em
dia, é um termo considerado “errado”, pois deficiência é uma condição que a pessoa
tem, mas não algo que ela é como um todo.
Pessoa Portadora de
Deficiência (PPD)
Este
termo foi utilizado oficialmente na legislação brasileira quando se falava de
pessoas com deficiência até a Convenção dos Direitos das Pessoas com
Deficiência da ONU. Desde 2010, existe uma portaria que diz que onde lemos
“Pessoa Portadora de Deficiência” deve-se ler “Pessoa com Deficiência”.
Pessoa com Deficiência
(PCD)
Termo
mais correto e oficialmente reconhecido para referir-se a pessoas que possuem
deficiência física, auditiva, visual, intelectual ou múltipla (duas ou mais
deficiências). O termo foi considerado o mais adequado, porque destaca o
sujeito antes da condição. Pode-se mudar conforme o discurso:
pessoa/moça/criança/profissional com deficiência/surdez/nanismo, etc.
Pessoa com Necessidades
Especiais (PNE)
Utilizado
para um grupo que inclui idosos, gestantes obesos, pessoas com deficiência e
toda pessoa que necessite de alguma adaptação ou tratamento específico para
determinada situação (estacionar o carro, esperar na fila, etc).
Pessoa
com deficiência sensorial
São
as pessoas que possuem a perda de algum sentido, principalmente a visão e
audição.
Pessoa com deficiência
física
Termo
que deve utilizado exclusivamente para pessoas que possuem limitações
relacionadas aos aspectos físicos e motores, como ausência de membros,
paralisias, nanismo, entre outras causas. Muita gente usa este termo para se
referir a toda e qualquer pessoa com deficiência, o que é incorreto. Uma vaga
para pessoas com deficiência física, por exemplo, não dá direito a uma pessoa
com deficiência sensorial utilizá-la.
Pessoa com deficiência
múltipla
Pessoas
que possuem mais de uma deficiência concomitante. Deve-se usar termos para
deficiências específicas, como intelectual e psicossocial, tomando o cuidado de
aplicá-las no contexto correto.
Inválido, incapaz,
doente, excepcional, aleijado ou pessoa com problema
Estes
termos que caíram em desuso pois não representam mais a realidade das PCDs. O
termo “doente” deve ser evitado, pois é diferente de “deficiência”, que é a
perda permanente parcial ou total de uma funcionalidade do corpo, não estando
necessariamente relacionada a uma doença.
Portador de deficiência
O
termo portador foi considerado inadequado, pois o verbo “portar” significa
“carregar” e deficiência não é algo que carregamos, mas algo que temos
permanentemente. Podemos esquecer algo que carregamos em casa, como por
exemplo, nossa bolsa, nossas chaves ou até nossas próteses, mas as deficiências
sempre estarão presentes conosco.
mudinho ou surdinho
Estes
termos tentam amenizar a deficiência e podem até soar engraçadinhos quando
temos intimidade com a pessoa ou quando falamos com tom de brincadeira entre
amigos. Mas, não deve ser usado como uma forma aceitável para se referir a
pessoas com deficiência auditiva de modo geral.
normal
Usar
o termo “normal” para pessoas que não possuem deficiência também é inadequado,
já que o contrário de normal é “anormal” e ter uma deficiência não significa
anormalidade.
Pessoas Especiais
É
comum se referirem a PcDs como pessoas especiais. Isso é amplamente usado,
inclusive em programas governamentais. Mas especialistas e muitas pessoas com
deficiência têm combatido este termo, já que uma pessoa não se torna especial
simplesmente por ter uma deficiência, além de que isso significaria que
qualquer pessoa que não tenha uma deficiência seria menos especial.
O
uso no contexto de “atendimento especial” ou “necessidades especiais” ainda é
bem comum, querendo referir-se que o atendimento e as necessidades são
especiais, não as pessoas. Embora, aqui entre nós, eu considere o termo
“específico” mais adequado, porque “especial” dá a entender que é algo VIP,
extraordinário e não feito de maneira adaptada para uma condição específica
diferente do padrão.
“Eficientes”
Também
é comum fazer um trocadilho para chamar as pessoas com deficiência de
“eficientes”, de forma a enfatizar que apesar de terem uma deficiência, essas
pessoas ainda podem trabalhar e fazerem parte da sociedade. A questão é que a
palavra deficiência é usada como antônimo de “eficiência”, quando na verdade,
este é “ineficiência”. Logo, ter deficiência não significa ser ineficiente, mas
ter uma perda permanente total ou parcial de alguma funcionalidade do corpo.
terça-feira, 14 de novembro de 2017
domingo, 12 de novembro de 2017
sábado, 11 de novembro de 2017
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
O que não querem enxergar!!!!
Deficiência Invisível
Este artigo escrevi para comemorar a repercução sobre o tema da Redação do Enem 2017
"Desafios para Formação Educacional de Surdos"
Vamos ler ,Tenho certeza de que vão gostar!!!
http://www.correiodoestado.com.br/opiniao/fabiane-esperanca-rocha-deficiencia-invisivel/315087/http://www.correiodoestado.com.br/opiniao/fabiane-esperanca-rocha-deficiencia-invisivel/315087/
quinta-feira, 9 de novembro de 2017
A inclusão de surdos na educação é fundamental para sua contratação no mercado de trabalho
O
tema da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) desse ano foi “Desafios
para a formação educacional de surdos no Brasil”. Por um lado, a proposta
de redação fez os estudantes inscritos refletirem sobre um importante assunto
que faz – ou já fez – parte do dia a dia de 344,2 mil brasileiros surdos e
propor uma intervenção, mas, por outro, mostrou uma dificuldade de abordagem
sobre o tema.
A
falta de informação prévia dada aos estudantes sobre o assunto, a falta de
convívio com quem possui alguma perda da audição e, também, a exclusão que os
surdos sentem na pele diariamente contribuem para que esse tema seja tão
inusual (ou “invisível”) não apenas para os jovens que estão saindo do ensino
médio, mas também para as empresas e a sociedade como um todo.
Com
isso, chegamos a um questionamento: por que é tão difícil falar sobre a
inclusão de surdos?
Segundo
o Censo de 2010 realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística), 9,7 milhões de brasileiros possuem alguma forma de deficiência
auditiva. Desse número, 2.147.366 milhões apresentam deficiência auditiva severa,
situação em que há uma perda entre 70 e 90 decibéis (dB), e 344,2 mil são
surdos.
Essa
informação já apresenta uma das dúvidas dos estudantes: a diferença
entre surdez e deficiência auditiva. A deficiência auditiva tem diferentes
graus, indo da deficiência leve à severa, enquanto a surdez é a incapacidade de
ouvir sons. Além disso, a surdez pode ter origem no nascimento da criança ou
ser uma consequência de alguma lesão.
(Ainda
de acordo com o Censo de 2010, cerca de um milhão de pessoas com deficiência
auditiva são jovens com até 19 anos)
Quem
é surdo desde o nascimento ou tem deficiência auditiva severa encontra mais
dificuldades em se comunicar e até mesmo se alfabetizar e compreender o
português como língua escrita. Por esse motivo, a comunicação em Língua
Brasileira de Sinais (Libras) – considerada como sua “língua materna” e
reconhecida no Brasil como meio legal de comunicação e expressão a partir de
2002 – é tão importante para uma verdadeira inclusão, seja nas escolas, na
sociedade ou no mercado de trabalho.
Contudo,
essa inclusão ainda depende de alguns complementos, como a presença de
intérpretes na sala de aula, em palestras/seminários e no ambiente corporativo,
por exemplo.
A
inclusão de surdos no mercado de trabalho ainda é um desafio
O
Enem cita um trecho da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) que assegura à pessoa
com deficiência o direito à educação.
Essa importante legislação, que entrou em vigor no início de 2016, também
aponta diretrizes e os direitos das PCDs em outras áreas. Dentre elas, o
trabalho.
Pessoas
com perda bilateral, parcial ou total da audição, de quarenta e um decibéis
(dB) ou mais, fazem parte do grupo de candidatos que se enquadram na Lei de
Cotas – legislação que determina que as empresas com 100 ou mais empregados
estão obrigadas a preencher de 2% a 5% dos seus cargos com pessoas portadoras
de deficiência.
De
acordo com dados de 2015 da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), quase
80 mil pessoas com algum nível de surdez trabalham com carteira assinada no
Brasil. Esse número demostra que a taxa de participação da pessoa
com deficiência auditiva no mercado de trabalho ainda é muito baixa,
especialmente se considerarmos o número total de deficientes auditivos no país.
No
ambiente corporativo, além de medidas como a presença de um intérprete de
libras (conforme apontado acima) e o estímulo a interação com os demais
profissionais, as empresas também precisam se adaptar e/ou focar em intervenções,
tecnológicas ou não, que podem melhorar o desempenho da PCD no trabalho,
dado o fato de que essa também é uma medida prevista na Lei Brasileira de
Inclusão.
Um
exemplo de intervenção é o uso de tecnologias assistivas para
surdos (recursos que contribuem para proporcionar ou ampliar suas habilidades
funcionais): aparelhos para surdez, equipamentos (infravermelho, FM), telefones
com teclado teletipo (TTY), sistemas com alerta táctil-visual, entre outras.
A i.Social é uma
consultoria com foco na inclusão social e
econômica de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Acesse nosso site
ou entre contato conosco para conhecer nossos serviços, vagas e
treinamentos: i.Social –
Soluções em Inclusão Social.
terça-feira, 7 de novembro de 2017
domingo, 5 de novembro de 2017
Cresce número de alunos com deficiência matriculados em escolas regulares
Aumento
é uma resposta positiva a meta 4 do PNE, mas especialistas alertam: ainda há
muitos jovens fora da escola.
A
matrícula de pessoas com deficiência em escolas regulares cresce anualmente
desde 2008. Dados
recentes do censo escolar apontam para quase 800 mil estudantes
registrados em unidades educacionais com perspectiva inclusiva no ano passado.
Seria isso um sinal de consenso? Ainda não.
Nunca
foi tão importante estar bem informado.Sua assinatura financia
o bom jornalismo.
O
Instituto Rodrigo Mendes, dedicado à pesquisa e promoção da inclusão escolar,
afirma que atualmente alunos com essas especificidades respondem a somente
1,99% do total de matrículas.
“Embora
não seja possível precisar quantas crianças e adolescentes desse segmento temos
e, principalmente, quantas ainda estão fora da escola, estima-se que 15% da
população tenha alguma deficiência, de acordo com o Relatório Mundial Sobre a
Deficiência da Organização Mundial da Saúde Site externo (OMS, 2011)”, explica
relatório publicado pela organização, em junho.
Especialistas
apontam que essa resistência vem da ideia de que o profissional da Educação
precisa se especializar em patologias e também de uma visão que não crê que
essas pessoas sejam capazes de estudar e trabalhar completamente inseridas na
sociedade.
“Não
é preciso entender de deficiência, mas sim de desenvolvimento humano
pedagógico. Devemos tirar o foco da incapacidade e colocá-lo nos talentos do
aluno”, diz Meire Cavalcante, mestre em Educação e Inclusão pela Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp).
Legislação
A
legislação tem se voltado para uma escola inclusiva há alguns anos. A Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), de 1961, já apontava para que a
Educação dos então chamados "excepcionais" ocorresse, se possível, em
escolas regulares.
Em
2008, quando o Ministério da Educação publicou a Política Nacional de Educação
Especial na Perspectiva Inclusiva aconteceu a primeira inversão na quantidade
de crianças e adolescentes com deficiência matriculados em escolas regulares e
em escolas especiais.
Atualmente,
a meta 4 do Plano Nacional de Educação, vigente desde 2014, tem como objetivo
universalizar a Educação para esse público de 4 a 17 anos além de garantir um
“sistema educacional inclusivo”.
Próximos
passos
Ainda
assim, existe muita dúvida sobre o modo de fazer inclusão. Meire diz que é um
processo de aprendizado para todos, defendendo a necessidade de todos os
envolvidos estarem cientes que o estudante tem o direito de estar ali.
“Cada
aluno é um universo diferente e em constante mutação, seja ele com ou sem
deficiência. É no dia a dia que as necessidades vão surgindo e sendo
trabalhadas”, comenta.
O
passo seguinte é diminuir a evasão escolar. A organização Todos Pela Educação,
em levantamento para o Observatório do PNE, mostrou que conforme avançamos nas
etapas de ensino, a taxa de matrículas de estudantes com deficiência,
transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, cai
significativamente - em relação ao total de alunos, temos 3% nos anos iniciais
do Ensino Fundamental, 2% nos anos finais e somente 0,9% no Ensino Médio.
“Há
muito a ser feito, como criar métodos melhores de coleta de dados sobre este
público, criar modos de avaliação que contemplem e revisar o que os cursos de
especialização no tema estão ofertando. Mas, o caminho já trilhado é bastante
significativo e aponta para um futuro promissor”, conclui Aline Santos,
coordenadora da plataforma Diversa.
www.gazetadopovo.com.br
www.gazetadopovo.com.br
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Inclusão e contratação de PCDs: “os profissionais com deficiência estão em busca de melhores oportunidades de trabalho”
Inclusão
e contratação de PCDs: “os profissionais com deficiência estão em busca de
melhores oportunidades de trabalho”
Andrea Schwarz e Jaques Haber, da i.Social, concederam uma entrevista para a Jovem Pan dialogando sobre a pesquisa “Expectativas e percepções sobre o mercado de trabalho 2017” que traz um expressivo panorama da inclusão e contratação de pessoas com deficiência nas empresas. A pesquisa foi realizada recentemente em parceria com a Catho, a ABRH Brasil e a ABRH-SP.
Ouça:
Pessoas
com deficiência: expectativas e percepções sobre o mercado de trabalho 2017
A
pesquisa deste ano (que foi dividida em três públicos diferentes: profissionais
com deficiência, profissionais de RH e alta liderança das empresas) apresenta
dados concretos que nos ajudam a mapear os principais avanços e desafios acerca
do tema “inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho”.
A
Lei de Cotas, que está sempre presente quando o assunto é inclusão, é um grande
marco para a vida profissional das pessoas com deficiência. Sem ela,
dificilmente as empresas contratariam PCDs para seus respectivos quadros de
colaboradores.
Entretanto,
a obrigatoriedade da lei acabou por prejudicar a qualidade no processo de
inclusão, especialmente porque, na tentativa de atender a cota, as empresas
direcionam vagas de baixa atração para esses profissionais ou, então, buscam
por candidatos com deficiências leves para que os custos com a integração
desses funcionários sejam os mais baixos possíveis.
Realizada
entre os meses de setembro e outubro de 2017, a pesquisa “Expectativas
e percepções sobre o mercado de trabalho 2017” possibilitou que
ouvíssemos a opinião das empresas (que se queixam da falta de informações sobre
o assunto), mas também dar espaço para conhecer a realidade enfrentada pelos
candidatos com deficiência em busca de uma oportunidade de emprego.
O
próximo passo, portanto, é fazer uso dessas informações para aprimorar os
processos de inclusão já existentes e/ou desenvolver novas ações – seja em
nossa forma de trabalho na i.Social (desenvolvendo
programas adequados à cultura de cada empresa) ou através de orientações para
organizações e candidatos que desejam ter mais informações sobre como construir
um mercado de trabalho com cada vez mais oportunidades.
Se
você é profissional de RH, gestor ou dono de empresa e deseja contratar
profissionais com deficiência, conheça nossas soluções em inclusão
social. Acesse nosso site e agende um atendimento com a nossa
equipe: i.Social
– Abra Sua Vaga.
Entrevista
i.Social: inclusão e contratação de pessoas com deficiência
Os
profissionais com deficiência estão buscando empregos melhores, como as
empresas podem acompanhar esse desejo?
Na
entrevista para a Jovem Pan, Andrea e Jaques comentam sobre alguns pontos
abordados na pesquisa deste ano. Apesar da existência de uma disputa maior para
as vagas mais altas em uma empresa, encontramos um contraste: os candidatos
PCDs se declaram capacitados para preenchê-las, mas os profissionais de RH
encontram dificuldades em encontrá-los e/ou enquadrá-los na cota.
Além
disso, outro ponto diz respeito às “vagas que uma pessoa com deficiência pode
preencher dentro de uma empresa” e às mudanças que precisam ser adotadas nas
estruturas físicas e tecnológicas no local de trabalho. Ouça a entrevista na íntegra e deixe seu
comentário abaixo!
A
i.Social é uma consultoria com foco na inclusão social e econômica de pessoas
com deficiência no mercado de trabalho. Acesse nosso site: i.Social – Soluções em
Inclusão Social
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